Sim, gente, a série "rapidinhas" é infinita, e minha falta de tempo idem, então vamos de rapidinha mesmo.
Essa recebi por SMS da Tia Magá:
Esteban (4 anos) em momento de reflexão:
- Eu falo muito. Muito mesmo... É! Falo pra caramba! Eu falo tanto que esqueço o que eu to falando. Falo mais que o burro do Shrek!
De tudo que já passei na vida, de longe a experiência mais fascinante até hoje foi gerar uma criança, parir, amamentar, amar, sustentar, iniciar esse processo complicadíssimo de educar, e ainda ter de ouvir a guria dizer antes de completar dois anos: - Mamãe, você toma jeito!! Aqui pretendo deixar o registro dessa e outras gracinhas, gaiatices, certezas, incertezas, sugestões, receitas, resoluções, decretos e todas essas coisas, típicas de uma mãe coruja.
17.5.10
Rapidinha do João
João é filho da Ju, que trabalha comigo. Quatro anos de pura lógica:
- João! sabe quem tá chegando? A Páscoa!
- É? Quem tá trazendo?
...
João presente no recinto e algum adulto tentando se enturmar pergunta:
-E aí, João, vc tá na escola?
- "Não." Responde ele olhando pra mãe como quem diz: - "Será que esse maluco não percebe que aqui NÃO é minha escola?"
:o)
- João! sabe quem tá chegando? A Páscoa!
- É? Quem tá trazendo?
...
João presente no recinto e algum adulto tentando se enturmar pergunta:
-E aí, João, vc tá na escola?
- "Não." Responde ele olhando pra mãe como quem diz: - "Será que esse maluco não percebe que aqui NÃO é minha escola?"
:o)
Rapidinha "made in England"
by, Lady Saskia.
Escreveu tia Magá,a a tia mais coruja e minha co-autora preferida:
"Não pude não contar essa pra vcs... Dia 5 foi aniversário de 5 anos da Saskia. Como os pedidos de presentes de aniversário eram infinitos, minha irmã disse pra ela fazer uma listinha... resultado:
1. PETS (ganhou 2 peixinhos)
2. DRESSES
3. JEWERLY
4. MAKE UP
5. MY OWN CASTLE "
A própria Penelope Charmosa, né não?
Escreveu tia Magá,a a tia mais coruja e minha co-autora preferida:
"Não pude não contar essa pra vcs... Dia 5 foi aniversário de 5 anos da Saskia. Como os pedidos de presentes de aniversário eram infinitos, minha irmã disse pra ela fazer uma listinha... resultado:
1. PETS (ganhou 2 peixinhos)
2. DRESSES
3. JEWERLY
4. MAKE UP
5. MY OWN CASTLE "
A própria Penelope Charmosa, né não?
4.5.10
Rapidinha do Heitor
Heitor, pra quem não lembra é o "píncepe" da Laís. Recebi esse e-mail da minha amiga Ana hoje:
Bjs.
Ontem à noite Heitor fez algumas pinturas com guache. Uma delas, tinha bastante grama, um lindo céu azul, uma árvore branca (devia ser neve!) e duas manchas verdes. Não consigo fingir que entendo tudo e resolvi perguntar.
- Meu filho o que que é isso aqui?
- São alienígenas do mal, mamãe.
Hum...
- E o que é que eles fazem?
- Brincam de boneca.
29.4.10
Rapidinhas II
Mamãe doente pra xuxu,criança com ar desolado. Pergunto:
- O que foi filha, tá triste?
Ela só balança a cabeça que sim em slow motion.
- O que houve?
Ela só balança a cabeça que não em slow motion.
Depois de mais um tempo de silêncio refletindo, ela resolveu desabafar:
- Mamãe, vc vai ficar assim pá sempe é?
-----
Indo tomar café da manhã:
- "Mamãe, apeta aqui" disse ela dividindo o cabelo ao meio com as mãozinhas e me pedindo pra apertar.
- Apertar o que filha?
- Meu palafuso mole!
- Que é isso! Vc não tem parafuso mole não!
- Tenho sim mamãe! Apeta!
Apertei pra não contrariar a maluquete e disse:
- Da onde vc tirou isso? Eu não falo isso pra você... Aposto que foi sua professora né? Qual das duas falou isso, a Tati ou a Déia?
- As duas!
- Ah! Então quando elas disserem isso vc avisa que seus parafusos estão apertados porque você ainda está na garantia!
;o)
- O que foi filha, tá triste?
Ela só balança a cabeça que sim em slow motion.
- O que houve?
Ela só balança a cabeça que não em slow motion.
Depois de mais um tempo de silêncio refletindo, ela resolveu desabafar:
- Mamãe, vc vai ficar assim pá sempe é?
-----
Indo tomar café da manhã:
- "Mamãe, apeta aqui" disse ela dividindo o cabelo ao meio com as mãozinhas e me pedindo pra apertar.
- Apertar o que filha?
- Meu palafuso mole!
- Que é isso! Vc não tem parafuso mole não!
- Tenho sim mamãe! Apeta!
Apertei pra não contrariar a maluquete e disse:
- Da onde vc tirou isso? Eu não falo isso pra você... Aposto que foi sua professora né? Qual das duas falou isso, a Tati ou a Déia?
- As duas!
- Ah! Então quando elas disserem isso vc avisa que seus parafusos estão apertados porque você ainda está na garantia!
;o)
5.4.10
Rapidinhas
Indo trabalhar:
- "Tchau mamãe! Bom tabalho!"
- "Obrigada minha filha, boa aula pra você. Estuda bastante física, química, geometria, álgebra, português, história e geografia, tá?" Eu disse, já prevendo uma resposta criativa.
- "Ah! Mamãe, ficou maluca é? Você esqueceu que eu não estudo tudo isso?"
- "Ah, não estuda não? E o que você estuda então?"
- "Binquedo ué!"
---
Dormindo:
- "Uma boca pra falar ME-NOS!" Disse ela convicta, em meio ao sonho.
Sorri e fiz a anotação mental de lembrá-la dessa afirmação quando estivesse acordada.
29.1.10
Chapeuzinho nas manchetes
E-mail recebido da minha amiga Veruschka, mãe da amiga "Laulinha". A-do-rei:
Se a história da Chapeuzinho Vermelho fosse verdade, como ela seria contada na imprensa no Brasil? Veja as diferentes maneiras de contar a mesma história:
Jornal Nacional
(William Bonner): "Boa noite. Uma menina chegou a ser devorada por um lobo na noite de ontem..."
(Fátima Bernardes): "...mas a atuação de um caçador evitou a tragédia."
Programa da Hebe
"...que gracinha, gente! Vocês não vão acreditar, mas essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo, não é mesmo?"
Cidade Alerta
(Datena): "...onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades? Cadê as autoridades? A menina ia pra casa da vovozinha a pé! Não tem transporte público! Não tem transporte público! E foi devorada viva... um lobo, um lobo safado. Põe na tela, primo! Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo, não tenho medo de lobo, não!"
Superpop
(Luciana Gimenez): "Geeente! Eu tô aqui com a ex-mulher do lenhador e ela diz que ele é alcoólatra, agressivo e que não paga pensão aos filhos há mais de um ano. Abafa o caso"
Globo Repórter
(Chamada do programa): "Tara? Fetiche? Violência? O que leva alguém a comer, na mesma noite, uma idosa e uma adolescente? O Globo Repórter conversou com psicólogos, antropólogos e com amigos e parentes do Lobo, em busca da resposta. E uma revelação: casos semelhantes acontecem dentro dos próprios lares das vítimas, que silenciam por medo. Hoje, no Globo Repórter."
Discovery Channel
Vamos determinar se é possível uma pessoa ser engolida viva e sobreviver.
Revista Veja
Lula sabia das intenções do Lobo.
Revista Cláudia
Como chegar à casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho.
Revista Nova
Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama!
Revista Isto É
Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente.
Revista Playboy
(Ensaio fotográfico do mês seguinte): "Veja o que só o lobo viu".
Revista Vip
As 100 mais sexies - desvendamos a adolescente mais gostosa do Brasil!
Revista G Magazine
(Ensaio com o lenhador) "O lenhador mostra o machado".
Revista Caras
(Ensaio fotográfico com a Chapeuzinho na semana seguinte): Na banheira de hidromassagem, Chapeuzinho fala a CARAS: "Até ser devorada, eu não dava valor pra muitas coisas na vida. Hoje, sou outra pessoa."
Revista Superinteressante
Lobo Mau: mito ou verdade?
Revista Tititi
Lenhador e Chapeuzinho flagrados em clima romântico em jantar no Rio.
Folha de São Paulo
Legenda da foto: "Chapeuzinho, à direita, aperta a mão de seu salvador". Na matéria, box com um zoólogo explicando os hábitos alimentares dos lobos e um imenso infográfico mostrando como Chapeuzinho foi devorada e depois salva pelo lenhador.
O Estado de São Paulo
Lobo que devorou menina seria filiado ao PT.
O Globo
Petrobras apoia ONG do lenhador ligado ao PT, que matou um lobo para salvar menor de idade carente.
O Dia
Lenhador desempregado tem dia de herói.
Extra
Promoção do mês: junte 20 selos mais 19,90 e troque por uma capa vermelha igual a da Chapeuzinho!
Meia hora
Lenhador passou o rodo e mandou lobo pedófilo pro saco!
O Povo
Sangue e tragédia na casa da vovó.
Solidariedade
Assunto nada ver com crianças, gracinhas e afins. Quer dizer, na verdade tem, porque meu coração de mãe fica completamente congelado vendo as fotos daqueles pequenos do Haiti, tão sem rumo, meu Deus.
Queria ajudar, não sabia como, até que uma amiga com mais recursos que eu disse que estava recolhendo doações onde quer que fosse e entregando no Viva Rio, que estava enviando os donativos através do Ministério das relações exteriores. Fiz a limpa em casa, comprei mantimentos, mobilizei as pessoas no trabalho e os amigos.
A coisa lá continua feia ( ia dizer preta mas não quero que pensem que estou fazendo "trocadalhos" com um assunto tão sério) mas esse blog que recebi o link hoje mostra um pouquinho do que de bom tem sido feito pra ajudar: http://eduardahamann.blogspot.com/ , então achei legal divulgar.
Acessem. E se puderem, colaborem.
"Se você não puder alimentar 300 pessoas, alimente apenas uma."
Madre Teresa de Calcutá.
Queria ajudar, não sabia como, até que uma amiga com mais recursos que eu disse que estava recolhendo doações onde quer que fosse e entregando no Viva Rio, que estava enviando os donativos através do Ministério das relações exteriores. Fiz a limpa em casa, comprei mantimentos, mobilizei as pessoas no trabalho e os amigos.
A coisa lá continua feia ( ia dizer preta mas não quero que pensem que estou fazendo "trocadalhos" com um assunto tão sério) mas esse blog que recebi o link hoje mostra um pouquinho do que de bom tem sido feito pra ajudar: http://eduardahamann.blogspot.com/ , então achei legal divulgar.
Acessem. E se puderem, colaborem.
"Se você não puder alimentar 300 pessoas, alimente apenas uma."
Madre Teresa de Calcutá.
14.1.10
Levando a volta
Ontem Laís e o pai foram comer uma pizza perto de casa, enquanto me aguardavam chegar do trabalho, para que eu não subisse o caminho da roça sozinha e no escuro. Eu já falei que moro na roça né? Bom, a Rio Luz se esqueceu de lá desde março de 2009, caso perdido.
Anyway, cheguei e encontrei os dois bonitinhos, comendo. Ele bebendo uma cerveja. Ela, nada.
Ela então fez sua cara de vítima sofredora, virou pra mim com sua voz de vítima sofredora (aquela baixinha e arrastada) e disse:
- Mamãe, eu quelo um gualaná... ( todas as frases de vítima sofredora acabam com reticências)
Olhei para o pai como quem pergunta: "porque você não deu um guaraná pra criança?" e ele, fazendo aquela cara de "vai cair nessa?" respondeu a pergunta que não fiz:
-É claro que ela já tomou um né, Karen? Ela está fazendo essa cena porque quer OUTRO guaraná!
- É filha?
- Hum-hum...
- E você queria me enrolar sua malandrinha?
-Não ma-mãe! Eu que-lia um guá-la-na...
- Tá filha mas você já tomou um, e já está de noite. Se você tomar outro vai ficar quicando em vez de dormir! Se tiver com sede pode tomar um suco ou água. Guaraná não, tá?
Ela fez o bico de vítima sofredora e continuou a comer a pizza. Me perguntou se podia tirar o chinelo e eu disse que não, pois as pessoas não ficam descalças no restaurante. Ficamos conversando e comendo. Quando estávamos acabando, pedi ao pai que pagasse a conta. Então ele se levantou e começou a repetir em voz alta os itens que foram consumidos.
Ela rapidamente virou-se e disse:
-Mamãe, o papai pediu meu gualaná?
- Não filha, ele apenas está falando para o Seu Carlinhos que você tomou um, pra poder pagar a conta.
- Não mamãe, ele pediu um gualaná! Pá quem ele pediu?
- Laís, para de querer me enrolar! Vai comer arroz e feijão! Falei rindo.
- Poque?
- Pra ver se você cresce, que é pra aprender a dar a volta na mãe e no pai!
Então ela se levantou, tirou o chinelinho (aquele mesmo, que eu disse pra não tirar) e deu a volta na mesa, passando por mim e depois pelo o pai. Então ela parou do meu lado, com as mãozinhas na cintura e ar de triunfo:
- Ponto! Dei a volta.
Pronto né?
Mamãe definitivamente não está acompanhando a velocidade... Levei a primeira, de muitas voltas... ai, ai...
(esse ai, ai foi de vítima sofredora)
Anyway, cheguei e encontrei os dois bonitinhos, comendo. Ele bebendo uma cerveja. Ela, nada.
Ela então fez sua cara de vítima sofredora, virou pra mim com sua voz de vítima sofredora (aquela baixinha e arrastada) e disse:
- Mamãe, eu quelo um gualaná... ( todas as frases de vítima sofredora acabam com reticências)
Olhei para o pai como quem pergunta: "porque você não deu um guaraná pra criança?" e ele, fazendo aquela cara de "vai cair nessa?" respondeu a pergunta que não fiz:
-É claro que ela já tomou um né, Karen? Ela está fazendo essa cena porque quer OUTRO guaraná!
- É filha?
- Hum-hum...
- E você queria me enrolar sua malandrinha?
-Não ma-mãe! Eu que-lia um guá-la-na...
- Tá filha mas você já tomou um, e já está de noite. Se você tomar outro vai ficar quicando em vez de dormir! Se tiver com sede pode tomar um suco ou água. Guaraná não, tá?
Ela fez o bico de vítima sofredora e continuou a comer a pizza. Me perguntou se podia tirar o chinelo e eu disse que não, pois as pessoas não ficam descalças no restaurante. Ficamos conversando e comendo. Quando estávamos acabando, pedi ao pai que pagasse a conta. Então ele se levantou e começou a repetir em voz alta os itens que foram consumidos.
Ela rapidamente virou-se e disse:
-Mamãe, o papai pediu meu gualaná?
- Não filha, ele apenas está falando para o Seu Carlinhos que você tomou um, pra poder pagar a conta.
- Não mamãe, ele pediu um gualaná! Pá quem ele pediu?
- Laís, para de querer me enrolar! Vai comer arroz e feijão! Falei rindo.
- Poque?
- Pra ver se você cresce, que é pra aprender a dar a volta na mãe e no pai!
Então ela se levantou, tirou o chinelinho (aquele mesmo, que eu disse pra não tirar) e deu a volta na mesa, passando por mim e depois pelo o pai. Então ela parou do meu lado, com as mãozinhas na cintura e ar de triunfo:
- Ponto! Dei a volta.
Pronto né?
Mamãe definitivamente não está acompanhando a velocidade... Levei a primeira, de muitas voltas... ai, ai...
(esse ai, ai foi de vítima sofredora)
12.1.10
Necessário
Eu, quase levando uma banda da garotinha:
Cena 1: conversa informal na sala.
- Mamãe, o que é necessálio?
- É uma coisa que a gente precisa.
- Como assim?
- Uhmm... Por exemplo: o que é necessário pra ir ao colégio? Mochila, uniforme... O que é necessário pra desenhar? Papel, lápis de cor... O que é necessário pra fazer um bolo?
- Ovo, mantega, leite massa e esquentá!
- Isso! E o que é necessário pra tomar banho?
- Chuveilo, sabonete, shampoo, queme...
- Isso filha! Entendeu o que é necessário?
- Hum-hum!
Corta.
Cena 2: prontas para dormir, já tinhamos rezado e nos calado, quando ela diz:
- Mamãe, por exempo...o que é necessálio pá dormi?
- Cama, travesseiro, camisola e sono!
- Pois é, eu tô sem sono. Posso vê mais um desenho?
Segundos de silêncio. Touché!
Saquei da cartola:
-Acontece que é necessário que crianças pequenas durmam cedo pra poder ter energia pra brincar no dia seguinte. Quando não tem sono, é necessário que a gente feche o olhinho e fique quietinha que o soninho vem. ok? Quer que eu cante uma música pra vc?
-Hum-hum!
Ufa! Essa foi quase. Mas tornou-se absolutamente necessário mamãe se ligar rapidinho, pra não bailar na curva...
Cena 1: conversa informal na sala.
- Mamãe, o que é necessálio?
- É uma coisa que a gente precisa.
- Como assim?
- Uhmm... Por exemplo: o que é necessário pra ir ao colégio? Mochila, uniforme... O que é necessário pra desenhar? Papel, lápis de cor... O que é necessário pra fazer um bolo?
- Ovo, mantega, leite massa e esquentá!
- Isso! E o que é necessário pra tomar banho?
- Chuveilo, sabonete, shampoo, queme...
- Isso filha! Entendeu o que é necessário?
- Hum-hum!
Corta.
Cena 2: prontas para dormir, já tinhamos rezado e nos calado, quando ela diz:
- Mamãe, por exempo...o que é necessálio pá dormi?
- Cama, travesseiro, camisola e sono!
- Pois é, eu tô sem sono. Posso vê mais um desenho?
Segundos de silêncio. Touché!
Saquei da cartola:
-Acontece que é necessário que crianças pequenas durmam cedo pra poder ter energia pra brincar no dia seguinte. Quando não tem sono, é necessário que a gente feche o olhinho e fique quietinha que o soninho vem. ok? Quer que eu cante uma música pra vc?
-Hum-hum!
Ufa! Essa foi quase. Mas tornou-se absolutamente necessário mamãe se ligar rapidinho, pra não bailar na curva...
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